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Ativistas pressionam e governo cancela ações sociais de igreja após pastor curtir posts conservadores

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Ativistas pressionam e governo cancela ações sociais de igreja após pastor curtir posts conservadores

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Um pastor está enfrentando uma severa perseguição nas redes sociais por parte de ativistas de esquerda depois que ele simplesmente “curtiu” publicações de cunho conservador.

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Chris Hodges, pastor da Church of the Highlands, maior igreja do Alabama (EUA), entrou na mira da patrulha do politicamente correto quando uma professora do Ensino Médio, ativista de esquerda, descobriu que ele seguia perfis conservadores.

Um dos posts que o pastor curtiu tecia críticas à origem da pandemia de Covid-19, com o termo “vírus chinês”, e o outro, mostrava Donald Trump ao lado do boxeador Muhammad Ali nos anos 1980, com uma ironia sobre as acusações de que o atual presidente norte-americano seria racista.

A professora Jasmine Faith Clisby, então, passou a compartilhar prints das curtidas do pastor e colocar em xeque sua reputação, criticando sua postura considerada por ela politicamente incorreta. Como Hodges é líder de uma megaigreja, rapidamente a patrulha virtual se instalou, com enorme repercussão.

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De acordo com informações do portal WND, “os memes que Clisby apontou como problemáticos não são racistas nem mesmo para quem não é ativista”, o que dá a exata noção do tamanho do exagero da professora.

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Como consequência, diversos projetos sociais que sua igreja tocava, com apoio de outras entidades ou mesmo do poder público, foram encerrados diante da repercussão das críticas da professora. Atividades voltadas à assistência médica de pessoas carentes e inclusão social em projetos habitacionais da região onde a igreja está instalada perderam financiamento.

No entanto, diante do cenário, o pastor resolveu se pronunciar, pedindo desculpas a quem pudesse ter se ofendido, se posicionou contra o racismo – tema que domina todas as discussões sociais dos Estados Unidos no momento por conta do assassinato de George Floyd – e também abordou diretamente a controvérsia causada pela professora em um sermão.

“A supremacia branca ou qualquer outra supremacia que não seja a supremacia de Cristo é do diabo”, disse o pastor Hodges, pedindo que aos ativistas que olhassem “a totalidade dos 37 anos de ministério” antes de avaliá-lo: “Eu acho que, se você olhar para isso, seria muito claro que valorizamos cada pessoa”.

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“Se você ceder à multidão de mídia ativista de esquerda, eles virão atrás de você”, escreveu Charlie Kirk, presidente de uma organização conservadora sem fins lucrativos e autor de um dos posts curtidos pelo pastor antes da polêmica. “Enfrente a multidão, tenha coragem, confie no Senhor e lute pela verdade!”, acrescentou.

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Ao saber da polêmica, o filho do presidente Donald Trump saiu em defesa do pastor, repudiando as críticas descabidas e irresponsáveis dos ativistas que levaram à ruína dos projetos sociais da igreja: “Eles estão cancelando o pastor da maior (e mais diversificada racialmente) igreja do Alabama só porque ele gostou de alguns dos posts de @charliekirk11. Absolutamente insano”, escreveu.

“Não foi apenas um ataque à liberdade de expressão de um cidadão, mas também uma ação que prejudica diretamente as pessoas que dependiam dos serviços prestados pela Church of the Highlands”, comentou a jornalista Christine Favocci.

They’re canceling the pastor of the largest (and most racially diverse) church in Alabama just because he liked some of @charliekirk11’s posts. Absolutely insane. https://t.co/OiYc3AXu9C

— Donald Trump Jr. (@DonaldJTrumpJr) June 9, 2020

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