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Bancada Evangélica manifesta apoio à IURD após ataques em São Tomé e Príncipe

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Bancada Evangélica manifesta apoio à IURD após ataques em São Tomé e Príncipe

Da redação JM

Nos últimos dias foram registradas uma série de ataques a templos da Igreja Universal do Reino de Deus no país africano. Foto: Edição JM

Após onda de violência contra templos da Igreja Universal do Reino de Deus no país de São Tomé e Príncipe na África, o líder da Frente Evangélica, deputado Silas Câmara (Republicanos/AM) , prometeu intercessão e ação em prol da denominação.

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Câmara disse “estar em oração e que irá reagir a essa malvada e injusta perseguição às obras do evangelho naquela nação”.

URGENTE >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Solidariedade à Igreja Universal do Reino de Deus Por meio de seu presidente a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional presidida pelo deputado federal Silas Câmara (Republicanos/AM) manifestou sua total solidariedade a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e todos sues líderes e membros pela onda de violência que assolou os templos da IURD na Ilha de São Tomé e Príncipe. Após os atos violento o parlamento de São Tomé manifestou o interesse em banir todos os templos da IURD do país. O presidente da FPE disse estar em oração e que irá reagir a essa malvada e injusta perseguição às obras do evangelho naquela nação.

Posted by Frente Parlamentar Evangélica on Friday, October 18, 2019

Entenda

Nos últimos dias foram registradas uma série de ataques a templos da Igreja Universal do Reino de Deus em São Tomé e Príncipe, país africano onde há grande presença da denominação.

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O motivo dos ataques é a prisão de um pastor da IURD que foi preso no país vizinho, Costa do Marfim, após uma investigação iniciada em 2018 sobre mensagens de calúnia e agressões que estavam sendo feitas contra a igreja.

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Para surpresa de todos, o próprio pastor era o autor das mensagens e por isso, foi condenado em setembro deste ano a um ano de prisão pelos crimes de usurpação de identidade, difamação, mobilização à revolta, entre outros.

Segundo o site Universal.org, a esposa do pastor foi procurar ajuda em São Tomé e Príncipe, dizendo que seu esposo foi preso a mando da denominação. Por conta disto, a população se revoltou contra a igreja e começaram a depredar os prédios.

Em uma dessas manifestações, a polícia local reagiu e um menino de 11 anos foi morto por uma bala perdida.

“Quando soubemos que era o pastor o autor dos crimes, ficamos realmente decepcionados. Jamais esperávamos por isso. Nós não entramos com ação contra nenhum pastor, nós não mandamos prender nenhum pastor. Foi a polícia, a Justiça da Costa do Marfim que investigou, abriu o processo e determinou a prisão dele”, explicou o Bispo Gonçalves da Costa, responsável pelos trabalhos da IURD em países africanos de língua portuguesa. VEJA TAMBÉMBancada Evangélica repudia fala de juíza que chamou igrejas de “desgraça”

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