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MUNDO CRISTÃO

“Deus não me deu isso. O diabo colocou isso em mim”, diz ex-homossexual em testemunho

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“Deus não me deu isso. O diabo colocou isso em mim”, diz ex homossexual em testemunho

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O testemunho do ex-homossexual Gail Chester retrata como relacionamentos abusivos, também envolvendo familiares, podem afetar profundamente o desenvolvimento dos filhos, e isso inclui lares onde o conhecimento de Deus está presente.

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Gail contou que cresceu em uma casa onde havia relacionamentos abusivos. Foi no ensino médio que ele percebeu que sentia atrações por pessoas do mesmo sexo.  “Até então, eu pensava que queria me casar e ter filhos. Eu tinha objetivos fortes para mim e os mantive”, disse ele.

A visão que o jovem Gail tinha de si mesmo terminou sendo estigmatizada pelos abusos psicológicos que sofreu de outros alunos da sua escola. Isso foi, aos poucos, lhe marcando emocionalmente. “Era 100 vezes por dia. Eles também cuspiam em mim. Os caras faziam xixi em mim no vestiário”, lembra.

Ao invés de compreender as razões que desencadearam o tipo de comportamento do filho, a mãe de Gail agia de forma ignorante, piorando ainda mais a sua situação. “Eu me sentia derrotado todos os dias. Mamãe me espancava para tirar o diabo de mim”, disse ele, segundo informações do God Report.

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Para Gail, a sua sensibilidade natural, enquanto homem, foi distorcida pelas experiências do ambiente. O modo como os outros lhe enxergavam e até um abuso sexual que sofreu na escola, lhe prejudicaram.

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“Quando você é mais sensível, o inimigo é capaz de manipular você”, disse ele. “Fui sexualizado em tenra idade. Eu nunca tive masculinidade. Eu pensei que fazendo sexo com homens eu conseguiria essa masculinidade, mas me sentiria sujo ou envergonhado depois”.

Ao lembrar do abuso que sofreu na escola, o agora ex-homossexual conta que foi pego de surpresa por um estranho no vestiário. “Esse homem de 40 anos entrou, trancou a porta. Eu senti que tinha que fazer o que ele queria. Ele era grande. Eu estava com medo de que ele fosse me estuprar. Fiz o que ele queria e saí”, contou.

Apesar de confuso com a sua suposta orientação homossexual cada vez mais reforçada pelo meio, Gail entendia qual era a vontade de Deus para a sua vida. Ele conhecia o Evangelho. “Eu não consegui conciliar isso com a Palavra de Deus e estava orando para Deus tirar isso de mim. Deus não me deu isso. O diabo colocou isso em mim”, disse ele.

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Se tornando ex-homossexual

Já adulto, Gail Chester contou que chegou a manter relacionamentos sexuais com outros homens. Um deles, que conheceu depois de ter pego uma carona, o visitava regularmente no trailer que morava no terreno da sua família.

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“Foi a pior coisa que já fiz; acabamos ficando juntos. Ele vinha à noite bêbado e batia na porta. Se eu não fizesse o que ele queria, ele disse que diria aos meus pais que eu era gay. Eu não queria que meus pais ficassem decepcionados comigo. O relacionamento disfuncional continuou por dois anos”, disse ele.

Gail lembra que aos 20 anos ficou esgotado e clamou a Deus por ajuda. Além dos relacionamentos homossexuais, ele também quis largar o uso de drogas, foi quando se voltou novamente para a leitura da Bília Sagrada.

“Foi isso que me levou a rededicar minha vida a Jesus. Eu nunca parei de orar ou falar com Deus durante o tempo em que fazia aquelas coisas. Eu ainda estava muito consciente do Espírito Santo e do que Ele queria que eu fizesse”, contou.

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Formado em cosmetologia, Gail trabalhava como cabeleireiro e assim conheceu uma mulher chamada Kathy. Os dois desenvolveram uma profunda amizade, até que ele se viu apaixonado por rela. No primeiro momento, ela não sabia do seu passado, até que ele resolveu contar, devido à sua dificuldade com o sexo oposto.

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O ex-homossexual conta que ele e Kathy ainda enfrentaram a oposição dos pais de Gail, que lhe obrigaram à terminar o relacionamento, mas ambos persistiram e ficaram juntos seis meses depois. “Você me ama?”, ela perguntou. E Gail respondeu que “sim”.

Algum tempo depois os dois se casaram, mas Gail ainda não sabia muito bem como lidar com mulheres e por isso ficou preocupado com o momento do sexo na lua de mel.

“Eu tinha medo de poder fazer isso. Eu não estava fisicamente atraído. O amor torna todas as coisas possíveis. Não era uma atração física. Foi uma atração emocional que tornou possível o sexo”, lembra.

Gail e Kathy permanecem juntos até hoje, como marido e mulher. Eles acreditam que Deus os uniu por um propósito, plantando no coração deles a seguinte mensagem: “Eu coloquei vocês dois juntos. O caminho a seguir não será fácil, mas valerá a pena”.

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