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MUNDO CRISTÃO

Juíza dá Bíblia a policial condenada por assassinato e aponta o Evangelho de João

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Juíza dá Bíblia a policial condenada por assassinato e aponta o Evangelho de João

A juíza no julgamento de Amber Guyger, uma ex-policial de Dallas (EUA) condenada a 10 anos por atirar fatalmente em seu vizinho, ofereceu uma Bíblia à assassina condenada nesta quarta-feira (2) após a sentença.

Depois de uma emocionante declaração de perdão de Brandt Jean, irmão mais novo da vítima, Botham Jean, a juíza Tammy Kemp também decidiu agir com compaixão. Guyger matou Botham em seu próprio apartamento, alegando ter confundido a casa do vizinho com a sua.

Depois de sair da sala do tribunal por um instante, a juíza voltou com uma Bíblia na mão. “Você pode pegar a minha. Eu tenho três ou quatro em casa”, disse a juíza a Guyger.

Ela então começou a aconselhar Guyger, em voz baixa, abrindo a Bíblia. A juíza mencionou João 3:16, que diz: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. Guyger acenou com a cabeça.

“Você só precisa de uma pequena semente de mostarda da fé”, disse a juíza, segundo a WFAA-TV. “Você começa com isso”.

Guyger abraçou a juíza e sussurrou algumas palavras. “Senhora, não é porque eu sou boa. É porque eu acredito em Cristo”, respondeu a magistrada. “Você não fez algo que não pode ser perdoado. Você fez algo ruim em um momento no tempo. O que você está fazendo agora importa”.

A juíza disse a Guyger que ela poderia levar a Bíblia com ela, enquanto os policiais se preparavam para acompanhá-la até a cela.

Críticas

O julgamento de Amber Guyger provocou críticas sobre a separação entre Igreja e Estado da Constituição dos EUA.

A Freedom From Religion Foundation apresentou uma queixa na quinta-feira (3) contra a juíza Tammy Kemp por dar a Bíblia à mulher condenada. Os ateus alegam que as “ações de proselitismo ultrapassaram a autoridade judicial” e pediu à Comissão de Conduta Judicial do Texas que investigue o caso.

“Nós também acreditamos que nosso sistema de justiça criminal precisa de mais compaixão de juízes e promotores. Mas aqui, a compaixão cruzou a linha da coerção. E há poucos relacionamentos mais coercitivos do que entre um juiz de sentença em um julgamento criminal e uma cidadã acusada e condenada por um crime”, disse a queixa.

Enquanto alguns argumentam que o abraço da juíza Kemp mostrou um conflito legal, S. Lee Merritt, que representa a família, disse à CNN que foi um momento humano.

“Acho que teve tudo a ver com (Kemp) ser humana naquele momento. Esse jovem (Brandt) demonstrou uma incrível força de caráter ao estender amor e perdão a Amber Guyger”, disse Merritt. “Acho que (Kemp) foi tocada pelo momento”.

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